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cristiano-ronaldo-sportingAcho que não há ninguém que me conheça que não saiba que sou admiradora deste senhor. Para mim, ele não só é o melhor do mundo, como é o melhor de sempre na história do futebol. Admiro a sua capacidade de trabalho, admiro a sua vontade de fazer mais e melhor, admiro a forma como gere a sua carreira e admiro a forma como age com a sua família. Admiro a sua humanidade e solidariedade, não aquela que aparece nas revistas e é mediática, mas sim a que faz sem clamar aos sete ventos que ajudou A ou B. Sinto que crescemos juntos, apesar de não nos conhecermos. O ano em que ele se estreou com a 28 verde e branca, foi o ano em que comecei a olhar para o futebol com outros olhos, e aquele rapaz franzino e cheio de borbulhas chamava-me a atenção com todos os seus truques e fintas. Desde aí, e depois de conhecer a sua história, o número 28 passou a ser o meu número de eleição. Depois disso nunca mais o abandonei. Segui todo o seu percurso até Manchester, vi-o formar-se enquanto homem e futebolista. Vibrava de cada vez que o via entrar em campo, ficava enternecida pela forma como o Sir Alex Fergunson olhava para o “puto maravilha”. Com ele festejei as vitórias no Euro2004, e com ele chorei na final frente à Grécia. Nunca irei esquecer a cara dele, sentado no relvado da Luz, a chorar como um menino a quem roubam todos os sonhos em apenas 90 minutos. Acompanhei de perto o mundial de 2006, em que, para mim, ele e Luís figo faziam a dupla perfeita na linha da frente da nossa selecção. Gritei, com ele, HALA MADRID! e acompanhei a sua entrada no estádio ao som de Xutos. Vi com orgulho ser-lhe dada a braçadeira de capitão da selecção das Quinas, apesar de achar que é responsabilidade e pressão a mais sobre um só homem. Vi-o a entrar em campo, a mostrar todo o seu profissionalismo no dia em que o pai morreu. Vi-o ganhar a sua primeira bola de ouro, vi-o a ganhar inúmeros prémios individuais. Vejo-o a superar records e mais records. Chorei com ele na recepção da segunda bola de ouro no ano passado, vendo o menino que jogou com toda a garra que os 16 anos lhe conferiam na inauguração do novo estádio do Sporting. Vi-o hoje a receber a sua terceira bola de ouro, e espero vê-lo a receber mais bolas, mais botas, e mais vida de ouro. Admiro-o por tudo o que é e faz. Acima de tudo tenho orgulho nele, e tenho orgulho no facto de ele ser português. Não há nada a dizer sobre este homem que ainda não tenha sido dito por alguém, é CR7, já foi CR17, mas para mim será sempre o CR28!

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