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Hoje em dias as cidades vivem a um ritmo desenfreado. Os carros percorrem as ruas na pressa de chegar ao destino…só se ouvem buzinas, travagens e motores.
As pessoas caminham pelos passeios e jardins com os olhos em apenas dois pontos: o chão ou o ecrã do seu smartphone (acho piada a isto de dizerem que um telefone é inteligente).
Com o avançar da tecnologia parece que nos esquecemos de que as pessoas são reais e de que um abraço é mais valioso do que um like.
De que vale um gosto numa publicação, um “lol” ou um “hahahaha” numa conversa via chat, se no dia-a-dia andamos todos sisudos, se nos esquecemos de dar os bons dias às pessoas ou de esboçar um simples sorriso quando nos abordam.
De nada vale termos centenas de “amigos” nas redes sociais se, numa tarde de domingo, não tivermos a quem ligar para combinar um café ou para ir passear.
Do que nos vale ter 1500 likes numa partilha da música mais deprimente de todas se, na realidade, não recebemos uma única mensagem ou telefonema a perguntar o porquê da tristeza?
Porque razão temos nós centenas de mensagens de parabéns no nosso aniversário se depois quando nos encontram na rua, nem olá nos dizem? Cada vez mais temos a nossa vida limitada a um ecrã.
De dia para dia estamos mais deprimidos e a fingir que somos felizes.
E que tal deixar de fingir e lutar pela verdadeira felicidade? Aquela vida que é realmente vivida e não uma vida virtual…

Fica o desafio para todos nós!

Hélia

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