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Teimamos em ficar presos na nossa mente, no nosso mundo, na nossa realidade e acabamos por nos esquecer que esse é apenas o nosso lado.
Teimamos em achar que as pessoas têm de mudar, têm de se transformar à imagem que nós temos delas e acabamos por nos moldarmos a nós mesmos em função dos outros. Dentro da nossa mente queremos tanto que os outros sejam como nós idealizamos que acabamos por nos esquecer de como realmente somos.
Mas chega a uma altura em que temos de parar, acalmar a mente e definir prioridades.

O que é que realmente importa?

Será que é viver com o que temos e somos, ou viver na ansiedade de uma realidade que não existe para lá da nossa mente?
É mais fácil viver tudo dentro de nós e não arriscar um segundo, é mais fácil viver situações dentro do nosso peito e não as exteriorizar, porque dentro de nós não somos rejeitados. Mas será que é assim que vale a pena?
Será que é melhor vivermos dentro da ilusão da nossa mente, fechados dentro de uma bolha aparentemente segura do que viver realmente a vida com tudo o que ela tem para nos oferecer?
Temos de perder os medos!
Temos de perder o medo de viver, o medo de sofrer, o medo de dizer o quanto gostamos das pessoas.
Temos de deixar de ter medo de que as pessoas gostem de nós!
Temos de deixar de ter medo de assumir o quanto gostamos de alguém!
Temos de perder o medo de dizer “amo-te”.
Temos de aprender a viver sem fantasmas, sem nos deixar afectar por quem não nos é assim tão importante.
Temos de nos rodear de gente boa!
Temos de nos rodear de nós mesmos!
Nada acontece por acaso, ninguém aparece na nossa vida por acaso, principalmente as pessoas certas! Aquelas que nos ajudam a perceber quem somos, como somos, e mesmo depois de saber as nossas virtudes e defeitos se mantêm ao nosso lado!
Toda esta vida que passamos na Terra é uma caminhada, está nas nossas mãos escolher o caminho mais acertado e ter a certeza que somos a nossa melhor companhia e que somos nós quem escolhemos que pessoas queremos ao nosso lado no trajecto! Haverão pedras no caminho, barreiras que aparentemente nos parecerão inultrapassáveis, mas serão apenas meros obstáculos, e se chegámos até aqui, o que nos impede de ir mais além?
Eu já escolhi o meu caminho, e tu? Do que estás à espera?

 

Hélia
Numa noite de inverno
Por entre certezas de caminhos e Pessoas

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