És grande, Cristiano!

cristiano-ronaldo-sportingAcho que não há ninguém que me conheça que não saiba que sou admiradora deste senhor. Para mim, ele não só é o melhor do mundo, como é o melhor de sempre na história do futebol. Admiro a sua capacidade de trabalho, admiro a sua vontade de fazer mais e melhor, admiro a forma como gere a sua carreira e admiro a forma como age com a sua família. Admiro a sua humanidade e solidariedade, não aquela que aparece nas revistas e é mediática, mas sim a que faz sem clamar aos sete ventos que ajudou A ou B. Sinto que crescemos juntos, apesar de não nos conhecermos. O ano em que ele se estreou com a 28 verde e branca, foi o ano em que comecei a olhar para o futebol com outros olhos, e aquele rapaz franzino e cheio de borbulhas chamava-me a atenção com todos os seus truques e fintas. Desde aí, e depois de conhecer a sua história, o número 28 passou a ser o meu número de eleição. Continue reading “És grande, Cristiano!”

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Entrevista ao Músico LuKá EmmE

10899686_518341038305617_2137039959_nO RAP nunca foi um dos meus estilos musicais de eleição, mas há letras que nos tocam de forma especial seja qual for o estilo. Apresento-vos aquele que fez com que eu trocasse os Green Day por um novo cd no rádio do meu carro e que passou a ser, muitas das vezes, a minha companhia auditiva nos 40kms entre o trabalho e casa. Chama-se Luís Martelo e tem como nome artístico LuKá EmmE. Um rapaz que luta a ferro e fogo pelo seu sonho e que é um exemplo de humildade e perseverança para todos nós. Como sabem, não sou jornalista, portanto apresento-vos uma conversa em jeito de entrevista que me foi concedida por ele. Espero que gostem, para mim é um enorme gosto ajudar a divulgar um artista com tanto potencial. Continue reading “Entrevista ao Músico LuKá EmmE”

2014, o balanço

salvador-daliPara mim, 2014 não foi só mais um ano, Para mim, 2014 foi “O Ano”. No dia 31 de Dezembro de 2013, aquando da tradicional contagem das passas, entre os desejos mais comuns, existiam três em particular para o ano que chegaria dali a minutos. Terminar o curso e consequente entrada no mercado de trabalho, Reatar uma amizade que me era importante e da qual me tinha afastado por motivos estúpidos e orgulhosos e, exorcizar um fantasma que atormentava a minha mente há vários anos. Podem até achar que são desejos simples e que eu sabia, à partida, poder concretizar, mas acredito que quando pedimos a nós mesmos pequenas mudanças na vida e trabalhamos para elas, acabamos por conseguir mudanças ainda maiores, mais gratificantes e inesperadas. Foi o que aconteceu este ano. 2014 foi um ano de reencontros, o principal terá sido comigo mesma, exorcizei fantasmas e reencontrei um amigo de infância que se viria a tornar importantíssimo na fase final do curso e com o qual lutei nos últimos tempos de aulas para que no final, tal como aconteceu, ambos saíssemos vitoriosos. A meio do ano engoli o orgulho e realizei outro dos desejos do início do ano, reatei a amizade de que vos falei e que tudo vou fazer para  não voltar a perder. Terminei efetivamente o curso,e no espaço entre o fim do mestrado e o início do estágio surgiu a oportunidade de escrever uns artigos para o site Arq.you!. Estes artigos, mais do que uma forma de me dar a conhecer no mundo da Arquitectura, fizeram nascer em mim uma nova paixão, a da escrita. Tentei resistir-lhe porque achava não ter capacidade para escrever para além daquilo que conhecia, mas o esforço foi em vão e acabei por criar este blog, onde dou a conhecer os meus mundos e onde, em paralelo, está a nascer uma história Continue reading “2014, o balanço”

Amizades (pouco) Virtuais

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Este poderá ser um tema controverso para grande parte da população. Será que se podem fazer amigos reais através da internet? Pois bem, a minha resposta é: Sim, podem! Claro que não nos devemos andar a aventurar por aí no mundo virtual à procura de pessoas que queiram ser nossas amigas nem a dar conversa a todo o mundo, mas a verdade é que é possível fazer amigos reais através da internet. Vou falar um pouco da minha experiência pessoal, e de quatro casos, todos diferentes, pessoais bem sucedidos. Continue reading “Amizades (pouco) Virtuais”

Futilidades, Vaidades e Arrependimentos

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Chegou o dia mais hipócrita do ano. Há quem diga que o Natal é que o dia mais fútil do ano inteiro. Eu não acho. Para mim, não há dia pior que o “dia de todos os Santos” ou “Dia de Finados” ou “Dia dos Mortos”, como lhe queiram chamar. Não tem a ver com a sua origem, ou com o seu significado original, é mesmo por causa daquilo em que se tornou. Fortunas em flores e velas são gastas nesta altura, só para garantir que “a campa do meu familiar está mais bonita que a do vizinho”. Pior que isso ainda é o facto de haverem sepulturas abandonadas um ano inteiro, sem uma única visita de familiares, e que neste dia estão completamente adornadas, com uma quantidade tal de flores que, exagerando um pouco, davam para ser distribuídas pelo ano inteiro. Não tenho nada contra quem não vai aos cemitérios, não me interpretem mal; eu própria não gosto de ter essa obrigação; gosto de lá ir quando sinto essa necessidade e não tenho obrigatoriamente de levar flores e/ou velas, vou porque por vezes é lá que me sinto mais próxima de quem já partiu. Outro aspecto que me faz imensa confusão é o facto de haverem pessoas que passam o dia inteiro junto das sepulturas, por respeito ao morto, dizem, mas que na realidade durante todo o dia falam de tudo e mais alguma coisa sem o mínimo de respeito por quem morreu. Volto a repetir, cada um faz o que quer e aquilo em que se sente bem, mas não deixa de me fazer alguma confusão. Se não vou ao cemitério neste dia? Vou. Vou de manhã antes de começar toda a confusão do dia. Continuo a achar que não é por ir lá neste dia que Continue reading “Futilidades, Vaidades e Arrependimentos”

O Mundo do Futebol

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Há uma ideia muito errada sobre o envolvimento das mulheres no futebol masculino. Vou, por isso, falar-vos um pouco da minha experiência pessoal. O Futebol sempre foi uma das minhas grandes paixões; começou com o apoio a um só clube, o Sporting Clube de Portugal, e foi crescendo à medida que eu também fui ficando mais velha. Houveram três jogadores decisivos neste meu interesse e paixão pela bola, de seus nomes Luís Figo, Rui Costa e Cristiano Ronaldo, por razões óbvias que escuso de explicar e que nada têm a ver com a aparência física dos senhores. Sim, a minha paixão pelo futebol nada tem que ver com aquilo que vulgarmente se diz. Há mulheres, que tal como eu, não acompanham o futebol pelas “belas pernas e penteados dos jogadores” mas sim pelo desporto em si e as emoções que ele nos transmite. Apesar de ser uma adepta confessa dos verdes e brancos, tento sempre ser imparcial e ver o jogo pelo jogo, talvez o facto ter convivido diariamente durante quase 18 anos com um grande Homem que era benfiquista acabou por fazer, como referi anteriormente, com que uma das minhas referências no futebol, fosse jogador do eterno rival leonino, e com que visse o jogo dos diferentes ângulos. Há ainda outra coisa que não concordo neste mundo dos 11 contra 11, diz-se por aí à boca cheia que cada pessoa só pode ser adepta de um clube, abolindo os outros por completo da sua área de apoio. Tenho a dizer, e sei que muitos de vós irão ficar chocados, que eu sou adepta de dois clubes da primeira liga portuguesa e de vários de outras ligas europeias. Há seis anos descobri uma nova paixão futebolística, portanto, como costumo dizer: sou do Sporting por amor e da Académica de Coimbra por paixão, e porquê?, não sei, simplesmente há coisas que não se explicam, apenas se sentem; e o futebol é um mundo de sentimentos à flor da pele. Desengane-se quem pensa que nos jogos entre estes dois clubes eu tomo partido de um dos lados; nada disso, sofro pelos dois e fico feliz pelos dois. São os únicos Continue reading “O Mundo do Futebol”

Entre a Arquitectura, a Leitura e a Imaginação

O Mosteiro de Santa Maria da Vitória (vulgarmente conhecido como Mosteiro da Batalha) sempre foi um dos monumentos nacionais que mais me fascinou; contudo, só este ano o visitei pela primeira vez. Muitos pensarão que esta é uma falha gravíssima, mas acreditem que o vivi de uma forma que, há três ou quatro anos atrás, não teria vivido (sim, porque os edifícios são para serem vividos). Continue reading “Entre a Arquitectura, a Leitura e a Imaginação”

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