Nas margens do nosso Rio

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Nas margens da solidão o amor encontrou-se; tão só, tão desgostoso e tão magoado em dois corações separados pelo tempo e pela distância.
Bastou um só olhar para estes dois corações adormecidos se tocarem.
Embora tímidos, frágeis e medrosos conseguiram-se aproximar e dar-se a conhecer um ao outro. Continue reading “Nas margens do nosso Rio”

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Ninguém merece as tuas lágrimas

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Ninguém merece as tuas lágrimas, pois se as merecesse não te fazia chorar.

Estava sentado em Belém, num dos muitos bancos de jardim existentes no vasto relvado quando, sem dar conta, alguém se senta ao seu lado, lhe mete a mão no ombro e com a outra lhe oferece um lenço para que pudesse enxugar as lágrimas enquanto profere estas palavras. Continue reading “Ninguém merece as tuas lágrimas”

Lisboa

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Mais um comboio, mais uma viagem para a Capital. Se há um ano atrás me dissessem que eu me ia apaixonar por Lisboa, eu diria que estavam loucos, mas a verdade é que me apaixonei. A cidade das sete colinas, do fado e da luz. Quando pus os pés pela primeira vez na cidade, só desejava entrar de novo no comboio e ir para casa. A ideia de estar sozinha na “Cidade Grande” assustava-me imenso, e apesar de saber que ia viver com a Camila e que ela me ia ajudar na adaptação, também sabia que ela tem a sua independência, os seus amigos, e não queria de forma nenhuma sentir-me a mais. A verdade é que ao fim de pouco Continue reading “Lisboa”

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